Domingo, 17.05.09

DA INTUIÇÃO ARTÍSTICA AO RACIOCÍNIO ESTÉTICO

Autor: Nadir Afonso

Editor: Chaves Ferreira Publicações

Capa dura

Data: 2003

PVP: 40 €

 



publicado por Laura Afonso às 12:01 | link do post | comentar

 

O PORTO DE NADIR

Coordenação: Laura Afonso

Editor: António Coelho Dias

Capa dura

Data: 2000

PVP: 35€

 

 

 



publicado por Laura Afonso às 11:51 | link do post | comentar

 

NADIR AFONSO

Texto: Fermando Guedes

Editor: Verbo

Capa mole

Data: 1968

 

 



publicado por Laura Afonso às 11:41 | link do post | comentar

Sábado, 16.05.09

 

LA SENSIBILITE PLASTIQUE

Autor: Nadir Afonso

Editor: Presses du Temps Present, Paris

Capa mole

Data: 1958

 



publicado por Laura Afonso às 16:58 | link do post | comentar

 

NADIR AFONSO: PERÍODO EGÍPCIO

Catálogo de Exposição

Galeria S. Mamede

Data: 1984

 



publicado por Laura Afonso às 16:13 | link do post | comentar

 

NADIR AFONSO

Autor: Nadir Afonso

Editor: Bertrand

Capa dura

Data: 1986



publicado por Laura Afonso às 16:09 | link do post | comentar

 

O SENTIDO DA ARTE

Autor: Nadir Afonso

Editor: Livros Horizonte

capa mole

Data: 1999

 

 

 



publicado por Laura Afonso às 15:45 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.05.09

 

SOBRE A VIDA E SOBRE A OBRA DE VAN GOGH

Autor: Nadir Afonso

Editor: Chaves Ferreira Publicações e Fundação Nadir Afonso

Capa dura

Data: 2002

PVP: 50 €

 



publicado por Laura Afonso às 23:04 | link do post | comentar

NADIR AFONSO: O FASCÍNIO DAS CIDADES

Editor: Câmara Municipal de Cascais/ Fundação D. Luís I

Capa mole

Data: 2003

 

 



publicado por Laura Afonso às 22:56 | link do post | comentar

 

UNIVERSO E O PENSAMENTO

Autor: Nadir Afonso

Editor: Livros Horizonte

Capa mole

Data: 2000

 

 

 



publicado por Laura Afonso às 22:49 | link do post | comentar

 

NADIR AFONSO:  OBRA GRAVADA

Autor: Nadir Afonso

Editor: António Coelho Dias

Capa dura

Data: 1999

PVP: 35 €

 



publicado por Laura Afonso às 22:16 | link do post | comentar

 

 

 

AESTHETIS SYNTHESIS

Autor: Nadir Afonso

Editor: Galeria Alvarez e Selected Artists Galleries, New York

Capa mole

Data: 1974



publicado por Laura Afonso às 15:18 | link do post | comentar

 

FUTURO

Catálogo da Exposição

Galeria Diário de Notícias, Lisboa

Data: 2007

 

 



publicado por Laura Afonso às 14:43 | link do post | comentar

 

NADIR FACE A FACE COM EINSTEIN

de Nadir Afonso

Edição bilingue português e inglês

Capa dura

Editor: Chaves Ferreira Publicações e Fundação Nadir Afonso

Ano: 2008



publicado por Laura Afonso às 11:59 | link do post | comentar

 

 

 

 

 

NADIR AFONSO: ITINERÁRIO (COM)SENTIDO

de Agostinho Santos

 

 

Textos de:

Agostinho Santos

Maria José Magalhães

Júlio Resende

Laura Afonso

Outros

Edição trilingue: português, espanhol e inglês

Capa dura com caixa

Editor: Edições Afrontamento e Fundação Nadir Afonso

Ano: 2009

PVP: 75€

 

 



publicado por Laura Afonso às 11:33 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.02.09

Link Videos Sapo: As Cidades no Homem

 

 

http://videos.sapo.pt/eJMTg4wwmCLacsfJZQiw

 

http://noticias.sapo.pt/noticias/fotos/nadir_afonso

 

 

 Link RTPN (Arquitectarte) Apresentação da Fundação Nadir Afonso:

 

http://tv.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=24383&e_id=&c_id=7&dif=tv&dataP=2009-01-29

 

 

Link Programa “Cartaz” da Sic - 19 -01-2009:
http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Cartaz/2009/1/fundacaonadirafonsoemchaves.htm 

 

 



publicado por Laura Afonso às 23:10 | link do post | comentar

Domingo, 01.07.07
Definitivamente isolado a minha existência torna-se menos adversa. Pinto e escrevo num regular e crescente sossego. Exponho em Lisboa, Porto, Paris e Nova Iorque e um pouco por todo o mundo e sem partidos políticos fui condecorado e homenageado.
Publico em 1983, «Le Sens de l’Art», a que se seguem vários outros títulos, monografias e textos estéticos onde destaco: «Da Vida à Obra de Nadir Afonso», «Universo e o Pensamento», «Van Gogh», «O Fascínio das cidades», «Da intuição artística ao raciocínio estético», «As Artes: Erradas Crenças e Falsas Críticas» e tenho quadros espalhados por vários museus mundiais. 
Não pretendo ser cientista; no entanto li, escrito por outros, o conteúdo da minha obra «Universo e o Pensamento» de especulação filosófica nas primeiras páginas dos jornais e o plagiador muito cumprimentado; assisti a intelectuais apresentarem ideias minhas sem as respectivas aspas ou referirem o meu nome de autor.
Se uma lição de moralidade pudesse ser entendida nas minhas (e noutras) memórias de artista, talvez fosse finalmente reconhecido por lei o fracasso das instituições culturais. Apoia-se e promove-se, não os verdadeiros criadores mas indivíduos insinuantes, fura-vidas que gravitam à volta das instituições. Tenho consciência que a minha obra é única, original e de dimensão universal, mas reparo que «bons artistas» não são aqueles que possuem uma obra válida mas aqueles que imitam o que de vanguarda se faz lá fora e privam com aqueles que os promovem.
Quatro temas que se conjugam e desenvolvem nos nossos três precedentes estudos e nos quais as teorias físicas da relatividade, as concepções filosóficas de idealistas e de materialistas e as teses biográficas sobre Van Gogh, são repostas em questão. Imodéstia minha? Sou português, transmontano e filho das Terras de Barroso. Aprendi de tradição a ser humilde, a louvar os mestres e a viver até aos oitenta e seis anos na simplicidade que a minha inferior condição sempre me concedeu. Um balanço da minha existência e dos trabalhos a que me devotei ressoa-me subitamente absurdo.
Assim termino o último livro ainda por publicar: «Estou certo que tarde ou cedo serão acareados à evidência do que aqui deixo escrito; e mais uma vez, espero que qualquer credenciado cientista eleve, em seu nome, estes escritos, ao nível dos postulados. Todo o cientista credenciado que tenha mais possibilidades do que o autor, em promover a divulgação da obra, será mais facilmente reconhecido».
 
© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 11:52 | link do post | comentar

Sábado, 16.06.07

«... Sobre a vida e sobre a obra de Van Gogh, muito dialoguei com aqueles meus companheiros que se identificaram na incessante procura da Arte – Vasarely, Herbin, André Bloc, Le Corbusier, – e a consonância então verificada, encorajou a presente publicação. Ora o que surge de mais surpreendente no empenho que nos toma e dominou na sua essência as nossas anteriores diligências, reside no facto de, recuando de geração em geração, termos encontrado as fontes das nossas afirmações na própria visão artística dos pintores conviventes de Van Gogh: o misticismo atávico que envolve a existência deste artista, perturbou o seu trabalho. Esta foi a persuasão que tão fortemente nos solidarizou. Para orientar e formular as nossas deduções sobre tão celebrada obra começaremos por manter presentes dois factores os quais trataremos segundo uma exposição muito sucinta:

1) O meio em que se desenrola a vida do artista. Tentaremos observar as diferentes culturas e países em que estudou, trabalhou e pintou Van Gogh; as suas desavenças com a família, detentora hereditária de inabaláveis crenças no Além, por um lado, e de apurado sentido das conveniências, no Aquém, por outro; procuraremos analisar a incidência das fortes convulsões sociais, dos conflitos de classe, sobre a sua vida, o desespero das relações frustadas sobre o seu comportamento; e a influência das aquisições artísticas, científicas e tecnológicas do seu tempo.

2) Uma síntese do nosso conceito da Arte, inserto nos nossos anteriores estudos estéticos. Para tal torna-se necessário evitar a confusão característica das ciências filosóficas; urge observar a distinção entre o que existe como produto de uma facticiedade estética e o que preexiste no seio da Natureza. A nosso ver, as condições em que se desenrola a vida de todo o criador incidem sobre a qualidade da sua obra, mas não determinam as leis preexistentes da Arte.»


 


 

Texto extraído do livro «Sobre a Vida e Sobre a Obra de Van Gogh» de Nadir Afonso



publicado por Laura Afonso às 16:43 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28.05.07

 

©Nadir Afonso



publicado por Laura Afonso às 21:43 | link do post | comentar

Domingo, 27.05.07
Concluímos mais uma vez: a velocidade da luz não é constante. A luz provinda de cada estrela distante reduz-se progressivamente, não apenas pela diminuição quantitativa dos seus raios mas também pela diminuição qualitativa da sua energia imanente: Assim: para compreendermos a escuridão da noite, não precisamos de fazer apelo à expansão universal; basta contrariar a teoria da Relatividade. Mas, se (pensando que semelhante medida não basta) fizermos questão de recorrer a ela — expansão universal — devemos, do mesmo modo, acto continuo, abandonar as teorias da Relatividade. Foi isso que fez o chinês; Fang Li Zhi, professor de Astrofísica no Observatório Astronómico de Pequim, também ele se preocupou com o paradoxo da noite escura e chegou a esta conclusão: “A escuridão da noite é consequência da expansão do Universo”[1]. Simplesmente não esteve com contumélias nem hesitou em confessar, de forma bem clara que para atingir tal objectivo pôs de parte a teoria da Relatividade: “Usaremos a mecânica newtoniana para provarmos este resultado. O corpúsculo newtoniano é uma partícula que obedece à lei clássica da soma de velocidade. A lei da soma (neste caso, subtracção) de velocidades na mecânica clássica diz que a velocidade da luz, C, emitida por um corpo que se afasta com a velocidade V, será C-V relativamente ao observador, O[2]. Como vemos, Fang Li Zhi, contrariamente aos seus confrades ocidentais, não podia ter sido mais franco; se bem que, atenciosamente, algumas páginas mais adiante, condescenda em afirmar: “quando tratamos de problemas que envolve a velocidade da luz, devemos considerar a teoria da relatividade”[3]. Afinal em que ficamos?
Entretanto, como a luz do Sol, da lua ou das estrelas, submetida a certos processos de dispersão, produz um espectro, interrompido por centenas de linhas escuras, Willians Huggins conseguiu demonstrar que a deslocação para o extremo vermelho ou azul do leque espectral, dessas riscas escuras, correspondia a um movimento do astro afastando-se ou aproximando-se da Terra. Foi esta, segundo os defensores da teoria, considerada a maneira mais segura de testar a expansão do Universo.
© Nadir Afonso
Texto estraído do livro «Universo e o Pensamento» de Nadir Afonso
 
 
 


[1] - Fang Li Lhi, A Criação do Universo, pag. 47.
[2] - Idem. pag. 47.
[3] - Idem. pag, 48.


publicado por Laura Afonso às 15:09 | link do post | comentar

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